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Ventura reivindica que o inquérito parlamentar prossiga sem suspensão durante a tramitação do Orçamento e enquanto se mantêm as atuais CPIs. Essa posição enfrenta a oposição explícita de Aguiar‑Branco e da maioria dos partidos.
O que Ventura propõe
Segundo a sua proposta, os trabalhos do inquérito não deveriam ser interrompidos mesmo com a pressão do calendário orçamental. Para Ventura, a investigação deveria correr em paralelo à discussão do Orçamento e às comissões parlamentares de inquérito já em curso.
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A reação de Aguiar‑Branco e da maioria parlamentar
Aguiar‑Branco e uma larga parte dos partidos manifestaram‑se contra essa ideia. A oposição reúne políticos com diferentes sensibilidades, mas partilha a mesma reserva quanto à continuação simultânea dos processos.

Implicações e possíveis desfechos
A discordância abre um dilema sobre prioridades legislativas e gestão de agenda no parlamento. Dependendo dos acordos em plenário, três cenários podem ocorrer:
- Manutenção do inquérito em paralelo ao Orçamento;
- Suspensão temporária do inquérito até conclusão das votações orçamentais;
- Negociação de um calendário intermédio para repartir tempo e recursos.
Cada opção traz custos políticos distintos e exigirá negociações entre os grupos parlamentares. O desfecho dependerá da capacidade de consenso entre as forças envolvidas.












