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A Câmara Municipal de Esposende retirou esta semana as armadilhas da campanha anual de captura preventiva da vespa asiática, depois de recolher um total de 3.493 rainhas fundadoras. A ação visa travar a instalação de novos ninhos e proteger a apicultura e a biodiversidade local.
Resultados da campanha
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Segundo a autarquia, as armadilhas foram montadas pelo próprio Município e por três apicultores do concelho. O levantamento das armadilhas marcou o fim do período em que as equipas monitorizam a saída das rainhas da hibernação.
O número de fundadoras capturadas reflete apenas a fase preventiva da campanha, quando a erradicação desses indivíduos tem maior impacto na redução de novos ninhos.

Por que esta fase é crítica
A campanha decorre todos os anos no momento em que as rainhas deixam a hibernação para fundar colónias. Capturar as fundadoras nesta janela temporal reduz, potencialmente, o número de ninhos futuros no território.

A presença da vespa asiática representa um risco para a biodiversidade e para a atividade apícola. Em casos concretos, os encontros com seres humanos também podem implicar riscos à segurança.
Monitorização e apelo à população
O Município afirma manter uma estratégia contínua de monitorização e controlo da espécie, com o objetivo de conter a sua expansão no concelho.

A Câmara pede a colaboração dos habitantes na deteção de ninhos. Qualquer localização suspeita deve ser comunicada através da plataforma nacional Stop Vespa (stopvespa.icnf.pt), junto da respectiva Junta de Freguesia ou diretamente ao Município, por email para gabinetetecnico.florestal@cm-esposende.pt.
Cuidados a ter
As autoridades desaconselham tentativas de remoção por parte de cidadãos. Intervenções deste tipo devem ser executadas apenas por entidades competentes e devidamente equipadas.












