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A rádio e televisão pública espanhola anunciou que não pretende regressar ao Festival Eurovisão da Canção em 2027, citando a autorização dada a um organismo público israelita para continuar a participar. A decisão soma-se a outros afastamentos que marcaram a edição de 2026 e mantém o tema em discussão entre emissoras e seguidores do concurso.
Posição da RTVE
A RTVE comunicou que manterá a sua intenção de ficar de fora do certame no próximo ano. O presidente do canal, José Pablo López, afirmou que “não estão reunidas as condições” para um regresso enquanto a televisão pública de Israel continue autorizada a participar.
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O anúncio foi apresentado como uma posição institucional, não como uma suspensão temporária de diálogo. A linguagem usada por López sublinha uma condição concreta para qualquer eventual reconsideração por parte da emissora espanhola.
O contexto das desistências
Em 2026, Espanha integrou um grupo de cinco países que optaram por não participar do festival. Além de Madrid, também se retiraram a Irlanda, os Países Baixos, a Eslovénia e a Islândia.

Para 2027, já foi divulgado que a Irlanda e os Países Baixos manifestaram a intenção de manter-se afastados. Essas posições prolongam uma série de ausências que começaram no ano anterior.
O que permanece incerto
Até ao momento, não há indicação pública de que essas decisões tenham caráter definitivo ou se poderão ser revistas mediante alterações nas condições apontadas pelos canais. Nem a RTVE nem as outras emissoras anunciaram planos concretos para um eventual regresso.
O desenrolar destes afastamentos será acompanhado por fãs e organizadores, que aguardam sinais de resolução ou de negociações futuras entre as partes envolvidas.











