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O presidente da Câmara de Braga, João Rodrigues, anunciou que o município avançará com um sistema de videovigilância em espaços públicos para preservar a segurança local. A autarquia já entregou a documentação necessária e aguarda agora o parecer final da Polícia de Segurança Pública para iniciar as instalações.
O plano e o calendário
O projeto, acordado num protocolo com a PSP aprovado na última reunião do mandato anterior, em setembro de 2025, prevê a colocação de 133 câmaras em vários pontos da cidade até 2028. A intenção é cobrir zonas consideradas estratégicas para prevenção e monitorização.
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Fases e custos
Na primeira fase, prevista para 2026, serão instaladas 82 câmaras, num investimento estimado em €1,7 milhões. Segundo a Câmara, esta etapa exige o maior esforço financeiro devido à necessidade de equipamentos e infraestruturas complementares.

Além das câmaras, o projeto implica a instalação de servidores, de uma sala de controlo e de software de análise de imagem. Esses elementos explicam parte significativa do custo inicial.
Quem paga e quem opera
A autarquia assume o financiamento, a compra, a montagem e a manutenção do sistema. Em contrapartida, caberá à PSP a operação diária e a vigilância das imagens, a partir do seu Centro de Comando e Controlo.
Locais previstos
- Bares junto à Universidade do Minho
- Centro histórico e áreas pedonais
- Parques do Picoto, Ponte e Camélias
O município sublinha, porém, que a definição dos locais exatos ficará a cargo das forças de segurança, que indicarão onde o equipamento é mais necessário.

Posição do presidente
João Rodrigues tem insistido nas redes sociais que a iniciativa respeita o compromisso eleitoral com os bracarenses e que não se trata de decisões municipais isoladas. Segundo o autarca, a Câmara apenas cria as condições para a instalação; cabe à PSP identificar as necessidades operacionais.
Rodrigues também pediu cautela no debate público. Lembrou que Braga é, no seu entender, uma cidade segura e defendeu que o objetivo é fornecer às forças policiais instrumentos para prevenir e dissuadir actos ilícitos, sem recorrer a alarmismos ou a escolhas de caráter político.











