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Portugal arrancou o Mundial de 2026 com um empate por 1-1 diante da República Democrática do Congo, em Houston, num jogo que começou animadoramente mas acabou por gerar mais dúvidas do que certezas. João Neves marcou cedo, aos seis minutos, mas o conjunto africano restabeleceu a igualdade ainda antes do intervalo.
Bom arranque e injustiça do marcador
No início houve motivos para otimismo: João Neves colocou Portugal em vantagem muito cedo e a equipa mostrou iniciativa nos primeiros minutos. O golo fez crescer a expectativa entre os milhares presentes no estádio e entre os milhões que acompanharam a partida a partir de Portugal.
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Porém, a vantagem não se manteve. A República Democrática do Congo conseguiu o empate antes do intervalo, desequilibrando o rumo do encontro e retirando à seleção portuguesa o controlo que parecia ter no início.
Ambiente dentro e fora do estádio
Em Houston, a presença maciça de adeptos portugueses marcou o ambiente, com casa cheia a apoiar a equipa. Fora do país, pontos de concentração em cidades como Lisboa também acompanharam o jogo: cerca de 20 pessoas reuniram-se no Terreiro do Paço e, apesar do desfecho, celebraram a partida como se fosse um resultado maior.
Ao longo da segunda parte, a tensão entre os adeptos cresceu à medida que o relógio se aproximava dos 90 minutos e a baliza adversária continuava inacessível.
O que fica do empate
O resultado deixa Portugal sem triunfo na jornada de abertura do Mundial. Mais do que o empate em si, a leitura do jogo aponta para uma equipa que começou bem, mas que não conseguiu travar o ritmo adversário nem segurar a vantagem obtida cedo.
Agora, a seleção terá de procurar respostas nos próximos jogos para recuperar a dinâmica desejada e transformar a posse em eficácia no marcador.












