Mostrar resumo Ocultar resumo
O festival Shortcutz Ovar distinguiu esta edição várias curtas portuguesas, com prémios repartidos entre ficção, animação e documentário. Entre os vencedores estão obras que receberam reconhecimento do júri e do público, incluindo um galardão para melhor primeira obra.
Prémios de ficção e reconhecimento do júri
O título de melhor curta-metragem foi atribuído a “Tão pequeninas, tinham ar de serem já crescidas”, da realizadora Tânia Dinis. A distinção assinala o destaque da peça perante o conjunto de concorrentes na competição principal.
Esta rentrée política arranca com Pontal na sexta-feira e estende-se até setembro
Brisa leva ao tribunal pedido de dois anos de prorrogação da concessão por perdas da pandemia
O júri também escolheu uma obra para uma menção especial: “Atom & Void”, de Gonçalo Almeida, recebeu um prémio que sublinha uma proposta considerada singular ou particularmente merecedora de atenção.
Melhor primeira obra
Na categoria reservada a estreias, o prémio de melhor primeira obra foi entregue a “Uma mãe vai à praia”, de Pedro Hasrouny. O galardão destaca realizadores que apresentam a sua primeira produção longa ou curta em competição.
Animação e documentário
Em animação, o júri premiou “T-Zero”, de Vicente Niró, como a melhor curta do género. Houve ainda uma menção honrosa para “Amanhã Não Dão Chuva”, de Maria Trigo Teixeira, reconhecendo o trabalho por mérito adicional.
O público atribuiu o prémio do público ao documentário “Maria, Maria”, assinado por Benjamim Quadros e Costa, que retrata a figura de Maria João Pires.
Os resultados confirmam a diversidade de géneros e vozes presentes no Shortcutz Ovar, com obras premiadas tanto pela crítica como pelo público.












