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<pQuase 900 bombeiros seguiam mobilizados na tarde desta segunda-feira para combater vários incêndios no norte de Portugal, com o fogo em Torre de Moncorvo a concentrar o maior número de meios. As chamas estendem-se por vários concelhos e as autoridades planeiam reforçar o combate aéreo devido às dificuldades de acesso a algumas áreas.
Os incêndios e a situação no terreno
O foco mais exigente começou às 18h58 de sábado na freguesia de Cabeça Boa, em Torre de Moncorvo (Bragança). Até às 16h30 de segunda-feira mobilizava cerca de 375 operacionais, apoiados por 122 veículos e seis meios aéreos. O fogo chegou a avançar para o concelho vizinho de Carrazeda de Ansiães.
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Na região de Ponte de Lima, um incêndio iniciado às 14h26 de domingo, na área da Senhora da Rocha, permanecia ativo e estava a ser combatido por aproximadamente 170 operacionais, com o auxílio de 53 veículos terrestres e dois meios aéreos.
Também no domingo, pelas 14h08, deflagrou um fogo em Vila Boa de Quires e Maureles, no concelho de Marco de Canaveses (Porto). Às 16h30 havia cerca de 102 operacionais sobre o terreno, com 24 veículos e três meios aéreos a apoiar as operações.
Entre as ocorrências anteriormente grandes, o incêndio que começou às 04h04 de domingo em Ardãos (Boticas, Vila Real) já se encontrava dominado às 16h30. Ao longo das operações chegaram a participar até 247 operacionais, com o apoio de 83 veículos e três meios aéreos.
No distrito de Aveiro, o fogo que teve início por volta das 15h15 de domingo em Oliveira de Azeméis chegou a mobilizar 124 operacionais e 39 veículos e entrou em resolução durante a madrugada.
Meios aéreos e dificuldades de acesso
A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) informou que o combate será reforçado com recursos aéreos. Em declarações, Alberto Fernandes explicou que quatro dos incêndios estão em locais com acesso terrestre complicado.

Por esse motivo, a resposta contará com reforços aéreos assim que as condições operacionais o permitirem.
Risco para populações e vítimas
Segundo a proteção civil, não há registo de vítimas nem de populações em risco nos incêndios referidos. As equipas continuam a priorizar a proteção de pessoas e bens enquanto prosseguem as operações de liquidação.
Publicada originalmente a 17 de agosto de 2026 às 07:24












