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Gianni Infantino reúne o apoio de mais de 200 federações nacionais na corrida à reeleição para a presidência da FIFA, segundo uma fonte ouvida pela Lusa. O cenário eleitoral fica mais claro quando se aproxima o prazo formal para candidaturas e a data marcada para o Congresso da entidade.
Apoios, recuos e números
Fontes próximas ao processo confirmaram à Lusa que o presidente suíço conta com o suporte de mais de 200 associações nacionais, incluindo mais de 50 das 55 federações europeias. O total de apoios já apontado chega a 211 federações.
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O jornal britânico The Guardian também noticiou que cerca de 200 países teriam apresentado apoio formal a um terceiro mandato de Infantino, que lidera a FIFA desde 26 de fevereiro de 2016.
A Federação Portuguesa de Futebol (FPF) preferiu não revelar publicamente se fará parte desse conjunto de apoios. Entre as vozes contrárias, a Alemanha registou uma posição de oposição ao atual presidente.
Calendário eleitoral e consequência prática
O prazo para apresentação de candidaturas termina a 18 de novembro, segundo o calendário divulgado pela FIFA. A eleição está agendada para o Congresso, marcado para 18 de março de 2027, em Rabat, e o vencedor governará a entidade até 2031.
Para a comunidade do futebol, a lista de apoiantes define o campo político e operacional dos próximos anos na governação do esporte global. A confirmação formal das candidaturas e a composição das alianças serão determinantes até a reunião em Marrocos.
Contexto: trajetória e controvérsia
Infantino assumiu a presidência em fevereiro de 2016, quando completou o mandato de Joseph Blatter. A sua liderança tem sido alvo de discussões, incluindo críticas recentes ligadas à polémica sobre a despenalização do jogador norte-americano Folarin Balogun no âmbito do Mundial 2026.
Esses episódios reforçam a atenção sobre o processo eleitoral e sobre como eventuais decisões da direção da FIFA poderão influenciar regulamentos e a perceção pública do organismo nos próximos anos.












