Mostrar resumo Ocultar resumo
O Governo aprovou em Conselho de Ministros uma proposta de redução do IRS que segue agora para votação no Parlamento. Se o texto for chumbado pela Assembleia, nada muda; se for aprovado, todos os contribuintes terão um aumento do rendimento disponível, com ganho mais visível entre o 3.º e o 6.º escalões.
O alcance da proposta
Primeiros clubes dos 27 convocados: quem se mantém, quem já foi histórico e quem sofreu declínio
IRS baixa novamente: consulte o seu caso e saiba quanto poupa na fatura
A medida aprovada na quinta‑feira prevê uma descida do imposto a pagar em todos os patamares de rendimento, o que se traduzirá numa subida do rendimento líquido dos contribuintes. A magnitude do benefício não é uniforme: varia consoante o escalão em que cada pessoa se encontra.

O que dizem as simulações
As simulações produzidas pela PwC permitem estimar a poupança por cada nível de rendimento. Segundo esses cálculos, a redução do imposto será mais modesta nos dois primeiros escalões, ganha maior expressão progressivamente até ao 6.º escalão e tende a atenuar‑se a partir do 7.º.

Implicações práticas
Na prática, isso significa que famílias e trabalhadores encaixarão um aumento do rendimento disponível, mas o benefício relativo será maior para quem está nos escalões intermédios. Para quem pertence aos escalões mais baixos, a melhoria existe, mas é mais limitada.
Próximos passos
A proposta precisa agora do aval do Parlamento para entrar em vigor. Até essa decisão final, as estimativas permanecem condicionais e dependem do texto que vier a ser aprovado pelos deputados.











