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A taxa implícita dos contratos de crédito à habitação voltou a subir em agosto e a dívida média por contrato também cresceu, segundo os números divulgados. O movimento eleva o custo médio do financiamento e afeta o montante em dívida que os mutuários carregam.
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Em agosto, a taxa de juro implícita nos contratos de crédito à habitação situou-se em 3,162%. Trata‑se de um acréscimo de 2,7 pontos‑base (p.b.) face ao mês anterior.

Em julho, a subida tinha sido mais acentuada, de 3,6 pontos‑base. Os valores refletem variações mensais que, embora pequenas em termos absolutos, acumulam impacto no tempo.
Valor médio da dívida
A dívida média por contrato aumentou 725 euros, para 80.188 euros. Esse aumento traduz um encargo financeiro maior por mutuário em comparação com o mês anterior.

O que isso significa para os consumidores
Um nível de taxa implícita maior tende, em geral, a elevar o custo do crédito. Para quem contrata um empréstimo agora ou tem contratos com taxa variável, prestações mensais podem subir.
Os dados apontam para um contexto de custo de financiamento em ligeira subida. Consumidores e potenciais compradores devem acompanhar a evolução das taxas ao avaliar decisões de crédito.











