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Um incêndio florestal em Santo Tirso mobilizou mais de uma centena de operacionais e meios aéreos para controlar as chamas perto de zonas industriais e militares, segundo a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil. As equipas continuam no local para travar a progressão do fogo e proteger infraestruturas próximas.
Situação no terreno
O alerta foi registado às 15:22 para um incêndio que arde na União das Freguesias de Carreira e Refojos de Riba de Ave, no concelho de Santo Tirso (distrito do Porto), informa a página da ANEPC.
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Já durante a tarde, às 17:45, a autoridade reportava a presença de 116 operacionais no terreno, apoiados por 33 veículos e dois meios aéreos.
Evolução e frentes de fogo
Uma fonte da Proteção Civil disse à Lusa que o incêndio apresentava duas frentes ativas. Às 18:05, uma dessas frentes estava dominada e a outra começava a ser controlada pelos meios no local.
Os relatos indicam que os recursos foram eficazes em reduzir a intensidade de uma das frentes, enquanto a outra permanecia sob intervenção direta das equipas terrestres e aéreas.
Ameaças e ações de contenção
Não há registo de habitações em risco imediato, mas as operações incluíram trabalhos de defesa perimétrica. O objetivo foi impedir que as chamas alcançassem uma unidade industrial do grupo IKEA e uma estação de radar da Força Aérea.
As equipas concentraram-se em criar linhas de contenção e proteger pontos estratégicos até que o incêndio estivesse suficientemente estabilizado.
Próximos passos
A Proteção Civil e a ANEPC mantêm o acompanhamento da situação enquanto prosseguem as operações de rescaldo e vigilância. Qualquer alteração significativa no comportamento do fogo deverá ser comunicada pelas autoridades responsáveis.











