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O Banco do Japão elevou as suas taxas diretivas em 25 pontos-base, para **1,25%**, marcando o nível mais alto das taxas de referência do país desde 1995. A decisão não foi unânime: dois membros do conselho de governadores votaram contra, sinalizando dissidência interna quanto ao aperto monetário.
O que foi decidido
O aumento anunciado corresponde a um acréscimo de 25 pontos-base na taxa de juro director. Com a nova taxa de **1,25%**, o Japão aproxima-se dos valores que não eram praticados desde meados da década de 1990.
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Divisão no conselho
Dois elementos do conselho de governadores opuseram-se à subida durante a votação. Esse voto contrário foi destacado pela instituição como um indicador de reservas internas sobre o ritmo ou a conveniência do aperto da política monetária.

Embora a maioria tenha apoiado a medida, a existência de votos discordantes deixa claro que não há consenso total entre os responsáveis pela política do banco central.
Interpretação e contexto
Para o próprio Banco do Japão, a alteração representa um movimento de política monetária para níveis que não se viam há décadas. Em termos formais, trata-se de uma alteração nas suas taxas directoras.
O anúncio deverá ser observado de perto por mercados e agentes económicos, dada a simbologia histórica da subida e a clara divisão interna que a acompanha.












