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O Fundo Monetário Internacional (FMI) identificou uma nova onda de nacionalizações de empresas e ativos privados que ganhou força após a pandemia de covid-19 e a guerra na Ucrânia. A análise, publicada no passado mês de junho, revela alcance financeiro e geográfico significativos do fenómeno.
Dimensão financeira
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O estudo estima que, entre 2016 e 2026, foram nacionalizados ativos cujo valor se situa entre 239 e 544 mil milhões de dólares. O intervalo reflete diferenças na contabilização e na natureza dos ativos incluídos na contagem.

Alcance geográfico
Os casos identificados pelo FMI não se limitam a um único país. Há exemplos registados em várias economias ocidentais, abrangendo desde os Estados Unidos até diversos países europeus.
Momento e tendências
Segundo a análise, a prática intensificou-se após os choques globais mais recentes. O relatório liga o aumento das nacionalizações ao período pós‑pandemia e às repercussões económicas da guerra na Ucrânia.
O documento do FMI coloca o tema de volta na agenda pública, exigindo atenção de governos, empresas e investidores sobre o papel do Estado em intervenções económicas.












