Ritmo de entrada dos governos no setor privado é o mais rápido em 50 anos

Mostrar resumo Ocultar resumo


O Fundo Monetário Internacional (FMI) identificou uma nova onda de nacionalizações de empresas e ativos privados que ganhou força após a pandemia de covid-19 e a guerra na Ucrânia. A análise, publicada no passado mês de junho, revela alcance financeiro e geográfico significativos do fenómeno.

Dimensão financeira

O estudo estima que, entre 2016 e 2026, foram nacionalizados ativos cujo valor se situa entre 239 e 544 mil milhões de dólares. O intervalo reflete diferenças na contabilização e na natureza dos ativos incluídos na contagem.

Gráficos e dados financeiros mostrando valores em milhares de milhões de dólares
O valor dos ativos nacionalizados entre 2016 e 2026 pode chegar aos 544 mil milhões de dólares

Alcance geográfico

Os casos identificados pelo FMI não se limitam a um único país. Há exemplos registados em várias economias ocidentais, abrangendo desde os Estados Unidos até diversos países europeus.

Momento e tendências

Segundo a análise, a prática intensificou-se após os choques globais mais recentes. O relatório liga o aumento das nacionalizações ao período pós‑pandemia e às repercussões económicas da guerra na Ucrânia.

O documento do FMI coloca o tema de volta na agenda pública, exigindo atenção de governos, empresas e investidores sobre o papel do Estado em intervenções económicas.

Dê o seu feedback

Seja o primeiro a avaliar este post
ou deixe uma avaliação detalhada



Semanário Transmontano é um meio independente. Apoie-nos adicionando-nos aos seus favoritos do Google News:

Publicar um comentário

Publicar um comentário