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Em 2024, as emissões de gases com efeito de estufa em Portugal caíram **2,8%**, atingindo o nível mais baixo registado desde 1995, segundo dados divulgados esta quinta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). O recuo foi atribuído, em parte, ao aumento da produção de **energia renovável** e coincide com um período de crescimento económico continuado.
Queda das emissões em números
O INE aponta uma redução de 2,8% nas emissões de gases com efeito de estufa no ano passado, colocando 2024 como o ano com a menor emissão, pelo menos desde 1995. Parte desta diminuição está ligada ao maior recurso a fontes renováveis na produção de eletricidade.
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Crescimento económico e ambiente: um fenómeno inédito
De acordo com os mesmos dados, Portugal registou, pela primeira vez desde 1995, **quatro anos consecutivos** de crescimento económico acompanhados por uma redução das emissões. Esta conjunção de indicadores económicos e ambientais surge como um marco nos registos estatísticos nacionais.

O relatório do INE sublinha que o padrão observado reúne fatores económicos e setoriais que, combinados, levaram à descida das emissões sem travar a atividade económica.
O que isto pode significar
O alinhamento entre expansão económica e queda das emissões sugere um progresso na descarbonização da economia, sobretudo no setor energético. Ainda assim, a persistência desta tendência dependerá de políticas, investimentos e da continuidade do aumento da capacidade renovável.
Os dados publicados esta quinta-feira pelo INE oferecem uma leitura positiva sobre 2024, mas também colocam questões sobre a sustentabilidade dessa trajetória a médio e longo prazo.












