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À chegada ao Congresso Nacional do PSD, em Sangalhos, o presidente do partido, Luís Montenegro, rejeitou a ideia de uma crise política a prazo e optou por não comentar a ausência de Pedro Passos Coelho. Montenegro disse que fará uma intervenção mais ampla no púlpito do congresso, prometendo depois analisar a situação política.
Chegada ao congresso e promessa de discurso
Luís Montenegro chegou ao Velódromo de Sangalhos, no concelho de Anadia, distrito de Aveiro, e evitou prestar declarações detalhadas na entrada. Limitou-se a afirmar: “Já falo convosco a partir do púlpito do congresso. Depois, saberão o que tenho a dizer ao congresso e ao país. Farei então a minha análise da situação política”.
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O líder social-democrata deixou claro que dará uma intervenção de fundo ainda esta manhã, pelo que preferiu adiar explicações mais amplas até subir ao palco.
Reação à votação no parlamento
Questionado sobre se o chumbo, na sexta-feira, da proposta do Governo para rever as leis laborais abriria caminho a uma crise política, Montenegro sorriu e preferiu relativizar.
Em resposta aos jornalistas, disse que a comunicação social “tem sempre muitas razões para dissertar sobre muitas coisas que não têm nenhuma correspondência com a realidade”.
Silêncio sobre Passos Coelho
Várias vezes inquirido sobre se Pedro Passos Coelho, antigo primeiro‑ministro e também figura proeminente no PSD, “faz falta” ao congresso, Montenegro não respondeu. Manteve-se em silêncio sempre que o tema da ausência foi levantado.
O congresso decorre num momento de atenção mediática reforçada, mas o presidente do partido optou por concentrar as explicações públicas na intervenção programada para o evento.












