Pelo menos 32 mortos na Venezuela, diz Delcy Rodríguez após sismos violentos — cerca de 20 réplicas

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Dois sismos muito fortes atingiram a Venezuela na tarde de quarta‑feira e provocaram centenas de vítimas, danos generalizados e a declaração de estado de emergência pelo governo. As autoridades apontam a região de La Guaira como a mais afetada e anunciaram chegada de apoio internacional às operações de resgate.

Balanço humano

A presidente interina Delcy Rodríguez informou que, até ao momento, pelo menos 164 pessoas morreram e cerca de quase mil ficaram feridas em consequência dos tremores. Num primeiro relatório oficial, divulgado nas horas seguintes aos abalos, o número inicial de vítimas contabilizava 32 mortos e mais de 700 feridos.

Força dos abalos e destruição

Foram registados dois sismos principais, com magnitudes de 7,2 e 7,5 na escala de Richter, que causaram danos significativos em áreas urbanas. Edifícios sofreram colapsos na capital venezuelana e as operações no principal aeroporto do país chegaram a ser suspensas.

Além dos dois tremores maiores, as autoridades relataram cerca de 20 réplicas, o que complica as buscas e prolonga o risco para equipes e população.

La Guaira: zona de calamidade

O estado de La Guaira, na costa norte, foi declarado zona de calamidade devido à extensão dos prejuízos. “Podemos dizer que a situação em La Guaira é uma verdadeira tragédia”, disse Rodríguez aos jornalistas, sublinhando a gravidade local.

Medidas do governo e ajuda externa

Poucas horas após os sismos, a presidente interina decretou o estado de emergência em todo o país e falou ao país através da televisão estatal, lamentando as perdas humanas e apelando à união para a resposta.

Rodríguez anunciou ainda que equipas de resgate de outros países devem chegar nas horas seguintes para reforçar as operações. A presidente interina agradeceu publicamente a oferta de ajuda dos Estados Unidos, feita pelo presidente Donald Trump.

Comunicação e pedidos de socorro

Em mensagens nas redes sociais, a chefe de governo apelou à coordenação nacional para salvar vidas e mobilizar recursos. As autoridades locais continuam a avaliar danos e a priorizar buscas por sobreviventes.

As informações divulgadas pelas autoridades permanecem sujeitas a atualizações, enquanto equipes de emergência trabalham para prestar socorro às áreas mais atingidas e restabelecer serviços essenciais.

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