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Eleitores do distrito de Queropalca, na província de Lauricocha, no centro do Peru, escolheram recentemente como prefeito um candidato chamado Hitler Mussolini Simeon Flores. O resultado reacende atenção sobre nomes incomuns na política e repete episódios similares em outros países.
O resultado em Queropalca
Simeon Flores, de 45 anos, foi eleito pelo partido de centro-esquerda Ahora Nación, com cerca de 34% dos votos, informam meios locais. A disputa ficou muito acirrada: os três primeiros candidatos terminaram separados por apenas 42 votos.
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O formulário de candidatura disponibilizado publicamente traz poucos detalhes sobre o percurso profissional do vencedor. Lá consta apenas que, desde 2023, ele administra o Simeon Sac Investment Group. Não há informações públicas sobre a origem ou o motivo do seu nome.
Casos semelhantes no Peru e além
Este não é o primeiro eleitorado peruano a eleger alguém chamado Hitler. Em 2018, Hitler Guesclin Alba Sánchez venceu a eleição para a prefeitura de Yúngar, derrotando Lenin Vladimir Rodríguez Valverde naquele pleito.

Durante a campanha, Alba foi citado pelos meios locais afirmando: “Eu sou o Hitler bom”. A declaração circulou amplamente na imprensa regional.
O exemplo da Namíbia
O Peru também não é o único país onde políticos com esse nome chegaram ao poder. No ano passado, Adolf Hitler Uunona conquistou a sua quinta vitória consecutiva em eleições locais numa cidade da Namíbia.
Em entrevista à BBC, Uunona disse que cresceu achando o nome “totalmente normal” até perceber, já adulto, a carga histórica associada ao apelido.
Além da curiosidade que os nomes provocam, os casos destacam a falta de informação pública sobre as motivações pessoais por trás de escolhas onomásticas incomuns. Em Queropalca, detalhes sobre a trajetória de Simeon Flores continuam escassos.












