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A Polícia Judiciária de Braga deteve um homem de 52 anos, suspeito de provocar um incêndio florestal em Landim, Famalicão, no dia 11 de julho. Segundo a investigação, a ignição, feita com recurso a um isqueiro, expôs casas e terrenos agrícolas a risco significativo.
A detenção e as provas
Em comunicado, a investigação refere ter reunido indícios sólidos que ligam o suspeito à origem das chamas. As autoridades apontam para uma ignição por chama direta, utilizando um isqueiro.

Local e condições que favoreceram a propagação
O fogo foi ateado numa zona rural com condições favoráveis à propagação. A área inclui campos agrícolas e várias habitações, aumentando o perigo para bens e pessoas.

A Polícia sublinha que a ignição ocorreu ao final da tarde, num dia quente e seco, com vento e temperaturas elevadas — situação que potenciou a rápida evolução do incêndio.
Motivação e responsabilidade
Segundo a PJ, o homem agiu por motivos de foro pessoal e tinha consciência de que a sua conduta era ilícita e perigosa para a natureza e para terceiros.
Decisão judicial e medidas aplicadas
Residente em Landim, o arguido foi presente a tribunal e libertado com várias medidas de coação. Entre as restrições estão apresentações bissemanais e a proibição de circular com isqueiros, fósforos ou qualquer objeto que permita atear fogo.
Além disso, ficou obrigado a consultar psiquiatria e a tomar a medicação prescrita, segundo a polícia.












