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Edição de 13-05-2011

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Arquivo: Edição de 19-03-2010

SECÇÃO: Tiradas dos Outros

Tiradas

“Portugal não está bem e o resto do mundo não parece está melhor.
A natureza assusta, a economia preocupa, a política desencanta, a suspeita prospera e a desconfiança alastra.
Tudo isto são sintomas de uma grande doença: doença cívica, doença ética, doença moral. Somos homens, seremos humanos?”
Pe. João A . P . Teixeira
Douro Hoje, 11/03

“A UTAD ganharia em promover parcerias com os operadores de cada uma das áreas acima referidas [energias limpas: elólica, biomassa, solar, hídrica ]. Ganhava na incorporação de conhecimento, ganhava em afirmação no sector e ganhava na relação com as empresas, objectivo que deve estar sempre presente.
Compele-se a UTAD a ganhar o seu espaço neste campo. Parceiros não lhe faltarão”.
Ascenso Simões
Idem

“O CDS-PP prova que é possível! Portugal seguiu outro rumo capaz de conjugar crescimento económico e finanças públicas. É fácil, Senhor Sócrates, basta cortar onde o Estado é despesista não é preciso um desenho ou será? Não vamos esquecer o grande esforço do CDS-PP durante estes anos para que a área da agricultura seja produtiva e respeitada com os subsídios”.
Valdemar Carneiro
A Voz de Chaves, 12/03

“O CDS-PP apresenta propostas inteligentes a favor da população e são aprovadas na Assembleia da República. Depois disso, quem é eleito para desgovernar? É o PS ou PSD!”
Ibidem

“Passos Coelho é o único candidato que se apresenta como alternativa, sem presença nos erros governativos, para enfrentar um Primeiro-Ministro que adora atirar o passado à cara das pessoas. As ideias estão em livro para ler e reler, e se podem ser discutidas ou discutíveis – óptimo para o debate – porque dos outros candidatos não consigo ler nada…aguardemos por mais debates e pelo próximo congresso”.
Vasco Amorim
Notícias de Vila Real, 10/03

“Terramoto em Áquilla. Terramoto no Haity. Tragédia na Madeira. Catástrofe no Chile. Morte do pequeno Leandro. Não estranhem por eu associar as tragédias mundiais, a morte do pequeno Leandro. Reparem que eu não lhe chamo suicídio, porque ele “não quis fazer mal a si mesmo”, pois aí é que está o significado de “suicídio”. O pequeno Leandro quis, com o seu acto, livrar-se de todo o mal que o atormentava – julgava, assim, na sua inocência que ia fazer bem a si mesmo”.
Maria Fernanda Barroca
A Voz de Trás-os-Montes, 11/03





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