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SECÇÃO: Vila Pouca de Aguiar
Chamas terão deflagrado no sótão
Solar de juiz destruído por incêndio
No passado domingo à noite, em Sabroso de Aguiar, um incêndio destruiu o interior de um solar com cerca de duzentos anos, que pertence ao juiz desembargador Braulio Martins. O incêndio terá começado no sótão da habitação junto à conduta da lareira.
Apesar do dispositivo deslocado para o local, 38 homens e 9 viaturas, os Bombeiros de Vila Pouca de Aguiar e de Vidago não conseguiram evitar que um incêndio destruísse quase por completo o interior de um solar, em Sabroso de Aguiar. A casa, com cerca de duzentos anos de existência, pertence ao desembargador Braulio Martins e tinha sido recuperada há cerca de um ano. Ao que tudo indica, as chamas terão deflagrado no sótão do solar, junto à conduta da lareira, que está localizada na cozinha. Quando foram alertados para o incêndio, eram cerca de 21h50. A rápida propagação das chamas terá tido a ver com o revestimento do telhado e das traves de madeira existentes. Mesmo assim, os bombeiros conseguiram, pelo menos, que o fogo não alastrasse a edifícios contíguos. As operações de rescaldo só foram dadas por concluídas às 01h50.
De acordo com os Bombeiros de Vidago, o acesso ao local foi dificultado pelo estado da estrada. Além da neve que caíra durante o dia, também havia gelo, o que dificultou a rápida circulação das viaturas das corporações.
Um dia depois, os Bombeiros de Vidago foram novamente solicitados para um incêndio. Desta vez, na própria vila. O alerta foi dado pelo dono da casa, que temia pela mulher, que se encontra acamada por motivos de doença. Quando os bombeiros chegaram, o incêndio estava circunscrito à cozinha. Terá começado numa campainha de sinalização de porta, propagando-se depois a um sofá. O proprietário da casa ficou particularmente alarmado com o fumo que se formou. E, por isso, ainda antes de chamar os bombeiros, encerrou as portas de acesso à cozinha e abriu as restantes janelas para que o fumo saísse. “A minha maior dor de cabeça era a minha esposa que se encontra acamada e gravemente doente e, por isso, tentei evitar que ela inalasse os fumos tóxicos que vinham da cozinha”, explicou, aos bombeiros, o morador. No combate ao fogo estiveram 12 bombeiros, apoiados por três viaturas.
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