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Edição de 13-05-2011

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Arquivo: Edição de 20-03-2009

SECÇÃO: Vila Real

Depois de roubado condutor do táxi foi fechado na bagageira do carro
Fez-se passar por cliente para roubar taxista

fotoUm taxista viveu, no sábado passado, a “aflição” da sua vida. Um indivíduo pediu-lhe para o levar a Vila Pouca, mas, pelo caminho, ameaçou-o com uma garrafa e roubou-lhe o dinheiro que trazia. Depois, fechou-o na mala do táxi. O caso está a ser investigado pela PJ.
Fernando Aleixo estava de serviço na praça do Seixo, em Vila Real. Por volta das 7h30, foi abordado por um homem “bem posto”, que aparentava ter entre os 25 e os 30 anos. Queria ir para Vila Pouca de Aguiar. Sem desconfiar de nada, o taxista aceitou o frete. No entanto, a paragem não foi exactamente esta. “ Já em Vila Pouca, mandou-o seguir por um caminho em direcção à serra da Padrela por uns caminhos velhos e, às tantas, virou-se para ele e disse-lhe: ‘não sei se já deu conta mas isto é um assalto”, contou, ao Semanário TRANSMONTANO , a mulher do taxista, Maria Aleixo.
Com uma garrafa na mão, o indivíduo terá, então, exigido ao taxista o dinheiro que trazia. “Ele, primeiro, ainda lhe disse que não tinha, mas o tipo disse-lhe logo que se não tinha que o arranjasse que se não morriam os dois”. Fernando terá então passado para a mão do assaltante os “cento e tal euros” que trazia no bolso da camisa”. Mas o assaltante não ficou convencido e vasculhou o carro todo. Nos bolsos do casaco do taxista acabou por encontrar mais “seiscentos e tal setecentos euros”. Depois, o falso cliente terá obrigado o taxista a entrar na mala do carro. “Andou com eles à voltas um bocado, para o deixar desorientado e, já na estrada que vem de Ribeira de Pena, abriu-lhe a mala”. O assaltante desapareceu. Apesar do estado de choque, Fernando Aleixo consegui chegar junto ao mercado municipal de Vila Pouca. Encostou o carro à berma do passeio e pediu ao condutor de um carro que estava parado à frente que o levasse até à GNR. “Via-se mesmo que estava transtornado e abalado, coitado!”, contou o proprietário de uma confeitaria próxima do local, Jorge Santos. “Foi uma aflição muito grande! Só ele é que sabe!”, lembrava, por sua vez, a mulher do taxista.

Taxista de Bisalhães
desaparecido

O caso está agora entregue à PJ, que continua também a investigar o desaparecimento de um taxista residente em Bisalhães, Vila Real. Armindo dos Santos Ribeiro, 68 anos, foi visto pela última vez por volta das 04h00 de quarta-feira da semana passada, quando saiu de casa para ir trabalhar para a praça de táxis do mercado municipal. O seu táxi foi encontrado perto de uma residencial, na localidade de Lordelo, junto à cidade de Vila Real, apresentando sinais de ter sido remexido. Entretanto, a PJ concentrou as buscas do taxista de Bisalhães na zona da Campeã e Boavista, na Serra do Marão, contando com a ajuda de elementos da PSP, binómios homem/cão da GNR, e 17 bombeiros de duas corporações de Vila Real. No entanto, até à data de fecho desta edição, as buscas não tinham produzido efeito.





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