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SECÇÃO: Tiradas dos Outros
Tiradas
“Então não é que lá pela casa grande [edifício principal da Câmara de Chaves] anda uma rebaldaria que só visto. Então no gabinete dos que tratam de receber os nossos visitantes, nem se fala. O chefe diz que tem uma pedra descomunal. Como se isso não bastasse, não dispensa a companhia de uma das funcionárias da casa grande, para todo o serviço.”
Redacção
Notícias de Chaves, 14/11
“Parece que ele é passeios, ele é hotéis para os dois, ele é carros, enfim uma série de coisas para o casalinho. Inclusivamente, diz que quando a saudade aperta, é mesmo ali no gabinete, que para o efeito está munido de todos os confortos.”
Ibidem
“Então se ele tem assim tanta pedra, se as coisas que se sabem são assim tão graves, como é que o põem num lugar tão importante. Será para aumentar a natalidade?
Ibidem
“As montras oferecem coisas apropriadas para a quadra [de Natal] e então as grandes superfícies são tentadoras aos nossos olhos. São anotadas as compras previstas e, quando a soma das verbas acontece, dá para sentir um arrepio.”
A. Saldanha
Idem
“Até o São Martinho saiu molhado, faltando com o tradicional Verão de três dias. Mas servirá para provar o vinho novo e comer as saborosas castanhas.”
Ibidem
“Note-se que os ensinamentos de Cristo estão totalmente ausentes dos centros de ensino. Os símbolos religiosos foram banidos e nos Evangelhos é proibido falar. Só o Alcorão poderá ser admitido se, como já é frequente, por cá aparecer algum seguidor de Mafoma.”
Diógenes do Vale
Idem
“Os leitores [da imprensa re-gional] podem ser de uma cultura média, mas não são burros, simplesmente preferem ler algo que seja de fácil entendimento.”
Mário Gonçalves
A Voz de Chaves, 14/11
“Na demonstração várias situa-ções do quotidiano da marginalidade criminal, como sequestros em situações de assaltos mal sucedidos com marginais a refugiarem-se no interior de residências com reféns, a serem desalojados e detidos com a intervenção de equipas com cães, e um simulacro de terrorismo urbano com desvio de um autocarro com passageiros a ficarem reféns.”
Fernando Cordeiro
Notícias de Mirandela, 15/11
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