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Edição de 13-05-2011
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Arquivo: Edição de 01-04-2011

Tiradas dos Outros

Tiradas

“As pessoas em Chaves andam revoltadas. Grande parte dessa revolta tem a sua origem no súbito controle dos lugares de estacionamento a pagar e consequentes multas aos infractores. É certo que quem estaciona em lugar de pagamento tem que pagar, mas muitos se queixam da rigidez das forças policiais, 5 a 10 minutos depois já está a caneta a escrever.”.

Mário Gonçalves

A Voz de Chaves, 26/03

“Aqui é mesmo tolerância zero. Não que não façam mais do que cumprir a lei, até aqui tudo bem. Mas através deste grande número de agentes policiais ‘multadores’ consegue-se perceber que afinal em Chaves existem polícias. Agora perguntamos onde andam estes agentes da autoridade durante a noite e a madrugada? Não são pagos também para zelar pela nossa segurança e pelos nossos bens, ou é só para passar multas?

Ibidem

“Há dias, passando pelas Caldas, ou como queiram jardim do Tabulado, deparei-me com algo de estranho. Tenho dias que ando nas nuvens e este José Sócrates tem-me ocupado a minha mente, desci das nuvens e vejo que a Câmara Municipal de Chaves deu mais uma machadada nos nossos comerciantes. Então não é que em frente à discoteca Platz Bar fizeram um traçado em linha só para autorizar os autocarros do casino a vir buscar os clientes, para irem para o jogo e consumir presumo eu. Mas será que esta câmara está de perfeito juízo? Então se estamos com falta de estacionamento, se o nosso comércio está arruinado, é culpa dos autarcas sucessivos cegos.”.

Valdemar Carneiro

Idem

 “Querem mesmo fechar o comércio da nossa cidade. Claro, o casino dá à autarquia 30% sobre o lucro das receitas, mas é vergonhoso e lamentável que isto venha a acontecer. É um desrespeito para o bar em questão e aqueles comércios envolventes. Será que a autarquia quer tapar o buraco financeiro com as receitas do casino? Pobres flavienses! Continuem a votar PS/PSD. É melhor declarar falência.”.

Ibidem

“A nossa medicina privada e os seus agentes, com algumas hesitações e dificuldades na adaptação aos novos tempos, organizou-se, e vem conseguindo cumprir, como lhe compete, uma função de complementaridade do SNS. As situações de conflitualidade com o SNS, e as que ultrapassam as normas vigentes, são excepcionais, e na maioria dos casos, da responsabilidade de investidores aventureiros que olham para a saúde unicamente como um negócio (...)”.

 Alfredo Mota

A Voz de Trás-os-Montes, 24/03


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