Arquivo: Edição de 18-03-2011
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Um olhar... Viva a diversão, viva o circo!
Ora, como sabemos, imaginação e criatividade precárias não faltam à nossa classe política. Senão, vejamos... No Olimpo português, a panela, simbolizada pelo deus Sócrates, querendo demonstrar-nos o seu magnânimo amor, ofertou-nos um Choque Tecnológico de tão elevada tensão que esturricou o fundo ao tacho. E nós, sem qualquer alternativa, desde dois mil e cinco, ficámos em transe com tremeliques tecnológico-dependentes. O feitiço do deus Sócrates funcionou em pleno, pois o choque de tecnológico passou a tóxico, daí andarmos “ganzados”, digo zangados, de tanto ouvirmos cantar o “fado-dos-brandos-costumes”, vigiados por blindados adquiridos na “hora H”. E o testo da panela? Bem, o testo sobressaltou-se, quando, nas lareiras portuguesas, um cavaco “pifiamente” rejeitou o luzeiro de um fósforo, acomodando-se ao tacho encardido, preferindo o lume tecnológico (vulgo facebook) para quase negar o discurso do dia do seu endeusamento. Parece que afinal apenas disse verdades para “inglês ver”. Confirma-se que, no Olimpo português, os “deusinhos” são uns brincalhões. Viva a diversão! Viva o circo! (Este texto não foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico) |



