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Recolha de assinaturas termina a 31 de Março
.Colocada petição na “net” para criar Área de Paisagem Protegida no rio Tâmega
Um flaviense colocou na Internet uma petição para “pressionar” o Governo a classificar como Área de Paisagem Protegida o troço do rio Tâmega que atravessa o concelho de Chaves. A proposta foi apresentada pela Câmara de Chaves em 2005, mas, até à data, ainda não houve qualquer resposta do Governo. O objectivo da classificação é preservar a diversidade de espécies animais e vegetais, algumas exclusivas, que existem neste habitat. E, desta forma, aumentar o controlo e fiscalização para acabar com “agressões diversas” que põem em causa este território, como, por exemplo, o corte indiscriminado e contínuo da vegetação ribeirinha, actividades desordenadas de todo-o-terreno automóvel, caça intensiva e ilegal e deposição de entulhos. Em pouco mais de uma semana a petição já tinha sido subscrita por mais de 600 pessoas.
Acção popular quer ver impugnado registo em nome da Comissão Fabriqueira
.Propriedade da “Casa de São Sebastião” julgada na próxima quarta-feira
O Tribunal de Boticas vai julgar na próxima quarta-feira a contenda que envolve o padre da freguesia de Couto de Dornelas e grande parte da população. Em causa está a propriedade da Casa do Santo, um edifício de apoio à realização da Festa de São Sebastião. O pároco registou a habitação, alegando que a mesma é utilizada há mais de 20 anos (usucapião) pela Comissão Fabriqueira. Mas há actas e deliberações da Junta e da Assembleia de Freguesia onde consta que a casa só foi construída a partir da década de 90. Se o tribunal validar o registo feito pelo pároco, os autores da acção admitem que a festa possa acabar.
Câmara ainda não adiantou data para retirar obstáculos
. Aldeia de Travanca tem dois postes de iluminação no meio da rua
Em vez de terem contribuído para uma maior segurança dos automobilistas, as obras de alargamento da rua Engenheiro Camilo Mendonça, uma aldeia da periferia de Macedo de Cavaleiros, criaram uma situação de perigo.
Há quase dois meses que as refeições estão a cargo de empresa privada
.Utentes da Santa Casa queixam-se da comida servida
Vários utentes da Santa Casa da Misericórdia de Chaves queixam-se da qualidade e da quantidade das refeições servidas na instituição, que, há menos de dois meses, estão a ser asseguradas por uma empresa privada. O provedor da instituição garante, no entanto, que alimentação tem mais “qualidade” e que é “mais saudável”. Nuno Rodrigues alega ainda que a alteração não foi por questões “economicistas”, mas garante que se combateu o “desperdício”.
Os 800 mil euros irão ser divididos consoante a aposta de cada um
.80 agentes da GNR ganharam prémio do Euromilhões
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