
Imprimido em 28-06-2011 00:38:21
Semanário Transmontano
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SECÇÃO: Chaves
Identidade do novo milionário ainda não é conhecida
Chave vencedora do euromilhões foi registada em Chaves

Chave vencedora foi registada na tabacaria Juviduque, no E' Leclerc |
Foi na tabacaria instalada do hipermercado E’ Leclerc, a Juviduque, que foi registada a chave do euromilhões vencedora do maior prémio de sempre deste jogo da sorte: 133 milhões de euros.
Até à hora de fecho desta edição, ainda era desconhecida a identidade do novo milionário.
“Foi aqui, foi!”, “Não, não sabemos quem foi!”. No passado sábado, no dia em que se soube que o boletim do euromilhões do apostador que dividirá um prémio de 133 milhões com um belga foi registada numa tabacaria em Chaves, as duas funcionárias da loja já respondiam de forma quase mecânica às dezenas de pessoas que entravam no espaço comercial incrédulas com notícia. “Tem sido uma euforia desde manhã!”, garantia Tânia Afonso. “Isto é bom! Para a casa e para Chaves, que assim não é só falada pelos maus motivos”, acrescentava Sandra Machado. O dono da Tabacaria, Francisco Duque, também ele já bafejado pela sorte quando, há anos, ganhou o terceiro prémio do euromilhões, escapou à invasão graças a um fim-de-semana já programado.
Mas, de manhã, ainda foi ele que recebeu o telefonema da Santa Casa da Misericórdia a dar-lhe boa nova. “Entrou com uma cara, que eu até pensei que fosse a ele que lhe tivesse saído”, lembrava Tânia.
Ester do Nascimento, de 54 anos, funcionária de um café no mesmo hipermercado joga todas as semanas cerca de 30 euros. No sábado, soube pelo patrão da tabacaria que a chave vencedora foi registada ali. “Foi lá ao café, chamou-me e disse-me ao ouvido: ‘já viste a chave do euromilhões? Saiu aqui’. Fiquei toda a tremer!”, recordava Ester.
Esta não é a primeira vez que a tabacaria Juviduque dá bons prémios. No euromilhões já deu um segundo e um terceiro e, na Lotaria Clássica, já vendeu o primeiro prémio.
Agora, com mais este prémio, a fama da casa promete aumentar.
Mas a grande curiosidade de toda a gente é mesmo saber a identidade e a naturalidade do felizardo que acertou nos números da sorte. Por se tratar de um local, onde, por causa do hipermercado, ali acorrerem clientes e fornecedores de várias localidades, é provável que o novo milionário possa não ser flaviense.
Os boatos sobre a identidade do vencedor têm sido quase diá-rios, mas têm acabado sempre por ser desmentidos.
Por: Margarida Luzio
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