Mostrar resumo Ocultar resumo
A Comissão Europeia e países vizinhos reforçaram os meios para apoiar Portugal no combate aos incêndios. Além de veículos e equipas terrestres vindos de Espanha, esta sábado chegaram aeronaves da rede europeia de proteção civil para combater as chamas.
Reforço imediato vindo de Espanha e Itália
De acordo com Bruxelas, chegaram a Portugal, na noite anterior, 118 bombeiros acompanhados por 45 veículos enviados por Espanha. Já hoje, aeronaves da reserva europeia foram integradas nas operações no terreno.
Serão conchas e pérolas os acessórios do verão?
Benfica fica a uma vitória do título depois de vencer o dérbi no João Rocha
O Departamento de Proteção Civil de Itália informou que enviou dois aviões anfíbios Canadair pertencentes ao respetivo corpo de bombeiros. Espanha disponibilizou um dos dois Canadair que tinham sido solicitados por Portugal ao abrigo do acordo bilateral entre os dois países.
O papel da Comissão Europeia
Ursula von der Leyen destacou, numa publicação na rede social X, que a União Europeia está a prestar apoio a Portugal e que a mobilização dos meios concretiza solidariedade entre Estados-membros. A intervenção insere-se no quadro do mecanismo europeu de proteção civil.
O que é a rede rescEU
A chamada rescEU funciona como uma reserva estratégica de meios — equipamentos e aeronaves — que a União coloca à disposição quando um país sinaliza necessidade de ajuda. Esses recursos são ativados para responder a emergências que ultrapassem as capacidades nacionais.
Como é coordenada a resposta
Quando um Estado solicita assistência ao mecanismo, o Centro de Coordenação de Resposta de Emergência da UE organiza a mobilização. A coordenação faz‑se por contacto direto com as autoridades nacionais de proteção civil, para dirigir e integrar os meios enviados.
Medidas tomadas por Lisboa
O primeiro‑ministro Luís Montenegro anunciou a ativação do mecanismo europeu e a utilização de acordos bilaterais com Espanha e Marrocos para reforçar o dispositivo de combate aos fogos. Essas medidas visam aumentar rapidamente a capacidade de intervenção em várias frentes.
As ações conjuntas refletem uma resposta coordenada entre instituições europeias e Estados vizinhos para enfrentar os incêndios e reduzir o impacto sobre populações e territórios.











